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Mais de 1,7 milhão de cartas e encomendas são entregues no fim de semana pelos Correios

Brasília, 25/9/2017 - No último fim de semana (23 e 24), os Correios entregaram mais de 1,7 milhão de objetos postais (entre cartas e encomendas) como resultado do mutirão realizado nas localidades onde há paralisação parcial — a ação faz parte do Plano de Continuidade de Negócios. Mais de 6,2 mil empregados participaram da ação, que tem o objetivo de manter o serviço em dia.

Nesta segunda-feira (25), 90,77% do efetivo total dos Correios no Brasil está presente e trabalhando — o que corresponde a 98.545 empregados.

A rede de atendimento está aberta em todo o país e todos os serviços, inclusive o SEDEX e o PAC, continuam sendo postados e entregues em todos os municípios do país, sem exceções. Os serviços com hora marcada (Sedex 10, Sedex 12, Sedex Hoje, Disque Coleta e Logística Reversa Domiciliária) estão com postagens suspensas para os seguintes destinos: Alagoas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Pará, Paraná, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Sul, e para algumas cidades do interior de São Paulo. O volume dos serviços com hora marcada postado para esses destinos representa apenas 0,5% de todas as encomendas entregues pelos Correios e a suspensão foi realizada com o intuito de redirecionar os recursos para os demais serviços, que são os mais utilizados pelos clientes.

Negociações - Na tarde da última sexta-feira (22), os Correios e a Federação Interestadual dos Sindicatos dos Trabalhadores e Trabalhadoras dos Correios (Findect) chegaram a uma proposta de Acordo Coletivo de Trabalho para o biênio 2017/2018, que contempla reajuste de 3% nos salários e benefícios a partir do mês de janeiro de 2018 e manutenção do ACT 2016/2017. Os Correios aguardam, agora, o resultado das assembleias da Findect e confiam no bom senso dos trabalhadores para fechar o acordo coletivo.

A Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect), por sua vez, iniciou a paralisação nas bases de seus sindicatos filiados antes do fim das negociações. Essa atitude coloca em risco não apenas a qualidade dos serviços prestados pelos Correios aos clientes e à população brasileira, mas também prejudica o esforço de todos os empregados que, ao longo deste ano, trabalharam para reverter a situação financeira da empresa.